Brasil tem semana com menor número de mortes por Covid-19 desde abril de 2020

No total da semana epidemiológica encerrada neste sábado, foram notificadas 2.323 mortes pela doença – é o menor número semanal desde os primeiros meses da pandemia, no ano passado.

A última vez em que o número de mortes em uma semana foi mais baixo do que isso foi entre 19 e 25 de abril de 2020, quando a pandemia estava havia pouco menos de dois meses no Brasil e 1.669 novos óbitos foram confirmados.

O número de novos casos notificados nesta semana – 71.545 – é também o menor desde a semana encerrada em 9 de maio (59.543).

As médias móveis de óbitos e de infecções estão em tendência de queda e ficaram em 332 e 10.221, respectivamente, neste sábado.

CNN Brasil

Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

A Pfizer entregou neste sábado (16.out.2021) um lote de 4.527.900 de doses da vacina contra a covid-19 ao Brasil. Os lotes chegaram em 2 voos. O 1º aterrissou por volta de 4h50 no Aeroporto Internacional de e trouxe 3.194.100 doses do imunizante. O 2º, com 1.333.800, chegou às 16h50.

É o 2º maior carregamento já feito pela empresa em um só dia, atrás apenas das 5 milhões de doses entregues em 12 de setembro.

Os lotes deste sábado fazem parte do novo cronograma da farmacêutica anunciado no início desta semana, que prevê o envio de 10 milhões de doses até domingo (17.out). Outras entregas foram feitas na 5ª feira (14.out) e na 6ª (15.out).

Eis o cronograma desta semana:

  • 5ª feira (14.out) – 912.600;
  • 6ª feira (15.out) – 3.226.860;
  • Sábado (16.out) – 3.194.100;
  • Sábado (16.out) – 1.333.800;
  • Domingo (17.out) – 1.333.800.

As remessas fazem parte do 2º contrato firmado entre a Pfizer e o governo federal. Assinado em maio, o acordo prevê a entrega de 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. O 1º lote referente ao contrato chegou ao Brasil no dia 9 de outubro, com 1.989.000 doses.

O 1º contrato também previa 100 milhões de doses, cuja entrega foi finalizada no dia 5 de outubro, depois de atraso da última remessa por “questões logísticas”.

Poder 360

Paróquia de São José de Mipibu já atende 75 famílias com a Bodega Solidária

Nesta semana, a Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim em São José de Mipibu, através da Bodega Solidária, atendeu a 75 famílias em situação de vulnerabilidade social das comunidades do Centro, Manimbu, Ribeiro, Areia Branca, Bairro Novo, Pau Brasil, Caeiras e Vale do Lírio.

A entrega das cestas básicas, aconteceu durante todo o dia 14 de outubro, foram desenvolvidas oficinas com as famílias cadastradas no Projeto Bodega Solidária no Centro Social Monsenhor Antônio Barros. O tema tratado com as famílias foi as cores dos alimentos.

SÃO JOSÉ DE MIPIBU – Poder Legislativo e Executivo celebram Emancipação Política de mãos dadas

O município de São José de Mipibu tem muito a ganhar com a gestão do Prefeito Zé Figueiredo e do Vice-prefeito Joelmo Teles, bem como, com a gestão da Presidente da Câmara Municipal, Vereadora Carla Simone.

Na manhã de hoje (16), acompanhando as autoridades na celebração alusiva aos 176 anos de Emancipação Política de São José de Mipibu, era notório a sintonia dos gestores do Poder Executivo e Legislativo, o Prefeito Zé Figueiredo, o Vice-prefeito Joelmo Teles e a Presidente da Câmara Municipal de São José de Mipibu, Vereadora Carla Simone, que após a Missa e hasteamento das bandeiras na sede do Poder Legislativo Municipal, deram as mãos, sinal de união pelo bem de São José de Mipibu.

Aos gestores dos poderes Legislativo e Executivo, desejo que continuem lutando por uma São José de Mipibu, pois o sonho deste filho adotivo em ver São José de Mipibu cada vez melhor, não morreu.

Avante, pois a união faz a força.

Zé Figueiredo celebra 176 de Emancipação Política de São José de Mipibu com a população mipibuense

Na manhã deste sábado (16), o Prefeito de São José de Mipibu, Zé Figueiredo, celebrou os 176 anos de Emancipação Política de São José de Mipibu ao lado do povo mipibuense.

Pela manhã, fez o ato de hasteamento das bandeiras, em seguida cantou os parabéns pelos 176 anos do município, ao lado da Deputada Estadual Cristiane Dantas, do Vice-Prefeito Joelmo Teles e da Presidente da Câmara Carla Simone.

Em seguida, participou da Missa em Ação de Graças, ao lado de suas filhas Thayanne (Chefe do Gabinete Civil), Timuza e de secretários municipais e vereadores.

Dia da alimentação alerta para relação entre fome e mudança climática

Neste sábado (16) é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Organismos internacionais, governos e entidades da sociedade civil realizam atividades com o objetivo de chamar a atenção para o desafio de combater a fome e a insegurança alimentar no mundo e em cada país, como o Brasil.

Neste ano, a mobilização teve como tema Melhor Produção, Melhor Nutrição, Melhor Meio Ambiente e Melhor Qualidade de Vida. Esta edição da iniciativa levanta a questão da relação entre as mudanças climática e a produção de alimentos no mundo.

A Organização das Nações Unidas, por meio de seu braço para agricultura e alimentação (FAO), divulgou mensagens lembrando que ainda há mais de 2 bilhões de pessoas no mundo que não conseguem ter acesso a uma alimentação saudável.

O Dia Mundial da Alimentação serve para conscientizar as pessoas sobre a importância de garantir que todos tenham acesso a alimentos suficientes, seguros, diversificados e nutritivos.

Mudanças climáticas

As mudanças climáticas se manifestam de diversas formas, pelo aumento da temperatura da Terra, escassez de água e eventos extremos como enchentes e tempestades de areia, como recentemente registradas em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Artigo publicado nesta semana na revista Nature por pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos e Suíça apontou que as mudanças climáticas induzidas por seres humanos já impactaram 80% da área e 85% da população da Terra.  

Em setembro, a entidade de pesquisa britânica Chatham House divulgou relatório alertando que as mudanças climáticas podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050 se não houver redução das emissões de carbono.

O tema será um dos assuntos centrais da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), que ocorrerá entre 31 de outubro e 12 de novembro na cidade de Glasgow, na Escócia.

Segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (WFP, na sigla em inglês), a crise climática ocasionará um aumento exponencial da fome se não houver ações para proteger as comunidades dos choques climáticos.

Brasil

Projeção no Congresso Nacional dá início as ações do Dia Mundial da Alimentação no Brasil
Projeção no Congresso Nacional dá início as ações do Dia Mundial da Alimentação no Brasil – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

No Brasil, as ações da mobilização começaram nesta semana. Na quarta-feira (13), foi feita uma projeção no prédio do Congresso Nacional com imagens de alimentos para marcar o dia e buscar colocar a pauta para as autoridades políticas.

Segundo Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil, a pandemia revelou a fragilidade das sociedades, com crise da saúde, recessão econômica, aumento da insegurança alimentar e da desigualdade, atingindo sobretudo as populações mais vulneráveis, como ocorre no Brasil.

“O desafio do Brasil está em mudar a forma como produzimos, como consumimos e como descartamos os alimentos. Estes são três fatores-chave para uma transformação efetiva em nossos sistemas agroalimentares, com uma cultura de consumo mais consciente que diminua o preço dos alimentos, além de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis que nos permitam atender à crescente demanda por alimentos, reduzindo drasticamente o desperdício e as perdas globais”, destaca Zavala.

O representante do Programa Mundial de Alimentos da ONU no Brasil, Daniel Balaban, pontuou que a mudança envolve tratar a alimentação como direito básico. “Promover a agricultura familiar, fortalecer programas como os de alimentação escolar e estimular a produção e o consumo sustentáveis devem estar entre nossas prioridades. Hoje, mais do que nunca, precisamos unir forças para enfrentar os desafios juntos”, coloca.

Na avaliação do Coordenador de Amazônia do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Rodrigo Noleto, o modelo agropecuário brasileiro provoca impactos nas mudanças climáticas com a expansão desenfreada da plantações e criações de animais, que debilitam o meio ambiente. Seria importante, de acordo com ele, uma valorização maior da agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais, inclusive por meio de políticas públicas, como ocorre no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

“É importante que comunidades tradicionais forneçam para as suas próprias comunidades. Isso traz alimentos mais saudáveis, além de agregar valor e renda para quem produz. É válido que os alimentos ultraprocessados parem de ser fornecidos para essas comunidades. Isso diminui o transporte, sem levar alimentos de uma distância muito grande. Tudo isso está relacionado com mudanças climáticas”, analisa Rodrigo Noleto.

Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 19 milhões de brasileiros passaram fome em 2020, e mais da metade das casas (cerca de 116,8 milhões de pessoas) vivenciou algum tipo de insegurança alimentar.  

Ações governamentais

Em nota à Agência Brasil, o Ministério da Cidadania afirmou que tem atuado para fortalecer os programas sociais e criar uma rede de proteção para segmentos mais vulneráveis. Nos programas Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e Auxílio Emergencial foram investidos R$ 102,02 bilhões em 2020. Em 2021, o auxílio emergencial teve seu valor reduzido.

Em agosto, o governo federal enviou ao Congresso a Medida Provisória 1.061, que instituiu o programa Auxílio Brasil, que revoga o Bolsa Família e cria novos benefícios. Segundo o Ministério, a proposta terá aumento do número de famílias atendidas e dos valores, embora esses números ainda não tenham sido divulgados.

Outra ação prevista na MP é o programa Alimenta Brasil, que reformulará o Programa de Aquisição de Alimentos, por meio do qual o Poder Público comprava produtos da agricultura familiar. Ainda conforme a pasta, será disponibilizado um auxílio a agricultores em situação de pobreza e pobreza extrema por três anos. O valor do benefício não foi informado.

Agência Brasil