Coronavírus/Barreiras Sanitárias – Currais Novos X São José de Mipibu

Com população aproximada, o município de Currais Novos – RN tem Boletim Epidemiológico bem diferente de São José de Mipibu – RN.

Com apenas 28 casos confirmados para COVID-19 e 1 óbito, o município de Currais Novos apresenta seu Boletim Epidemiológico, mostrando que a gestão vem tomando medidas que envolvem a população, inclusive a instalação de Barreiras Sanitárias, como mostra a postagem do IG da Prefeitura Municipal de Currais Novos – RN, abaixo:

Já em São José de Mipibu, o Prefeito Arlindo Dantas, o Vice-prefeito Zé Figueiredo, o Comitê de Enfrentamento a Pandemia e o Secretário de Saúde, não manda instalar as Barreiras Sanitárias e o caos e pânico se instala a cada Boletim Epidemiológico.

Currais Novos – RN é o 9º município mais populoso do RN com 44.786* habitantes, e São José de Mipibu é o 10º município mais populoso do Estado do Rio Grande do Norte com 43.899* habitantes, somando a diferença de 877 habitantes, entre os municípios potiguares.

Falta Barreiras Sanitárias para conter, ou seja, falta o Senhor Prefeito Arlindo Dantas instalar isso e logo.

*Dados Wikipédia

São José de Mipibu registra mais 9 casos positivos para COVID-19

O município de São José de Mipibu, registrou mais 9 casos positivos para o novo Coronavírus.

Em 24h, a Cidade de São José de Mipibu passa a somar 86 casos confirmados e chega a marca de 281 notificações.

Enfim, Arlindo e Zé Figueiredo, precisam ver o melhor caminho para conter tamanha pandemia.

São José Mipibu registra 77 casos para COVID-19, nesta quinta-feira

O município de São José de Mipibu, registra hoje 77 casos para COVID-19, ou seja, em 24h, mais 4 casos foram confirmados.

Há quase dois meses, apresentamos aqui medidas que o município deveria ter tomado para combater o Coronavírus em São José de Mipibu, mais a ineficiência de quem cuida disso, tem gerado pânico na população.

Culpar apenas a população, sem envolvê-la em ações para o combate, não adianta.

Enfim, mais casos confirmados, e se a administração municipal não tomar medidas eficazes, teremos mais casos confirmados.

Arlindo Dantas cumpre mais uma ação apontada pelo BJL, para combater o Coronavírus

Parece que o Prefeito Arlindo Dantas, decidiu tomar alguma atitude para tentar frear o Coronavírus no município de São José de Mipibu.

Hoje, passaram a divulgar ações de fiscalização e esta tem sido uma das ações que este blogue apontou há mais de um mês.

Parabenizo a atitude, porém, sua atitude tardia prefeito Arlindo, já registrou 5 óbitos.

Agora, falta o senhor instalar as barreiras sanitárias.

Norma Ferreira recebe aliados em sua Casa de Praia

A Pré-candidata a Prefeita Norma Ferreira – PL, recebeu em sua casa de praia, aliados para tratar sobre o pleito de 2020.

Em meio a conversa os presentes trataram também, sobre a pandemia do Coronavírus e discutiram ações que podem ser desenvolvidas por parte do município.

Na ocasião, estiveram presentes, o Deputado Estadual Kleber Rodrigues – PL, o Pré-candidato Kerinho – PP, o Vereador e pré-candidato ao cargo Márcio Freire – PL e o ex-vice prefeito Dr. Arizio.

Sobre as eleições de 2020, somente os aliados de Norma e a varanda de sua casa sabem.

O encontro foi divulgada nas redes sociais de Norma Ferreira, na tarde desta quinta-feira.

Vem novidades por aí!

Publicada com vetos lei sobre ajuda financeira a estados e municípios

A lei que trata da ajuda financeira a estados, municípios e o Distrito Federal para o combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro. A Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) e garante auxílio financeiro de até R$ 125 bilhões aos entes, em forma de envio direto de recursos, suspensão do pagamento de dívidas e renegociação com bancos e organismos internacionais.

O presidente vetou um trecho da lei que tratava dos salários de servidores públicos. Com o veto, esses trabalhadores ficarão sem reajuste salarial até o fim de 2021. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares excluíram algumas categorias desse congelamento, como trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários.

Ao vetar o trecho, Bolsonaro justificou que essas exceções violam o interesse público ao diminuir a economia estimada com a suspensão dos reajustes. “A título de exemplo, a manutenção do referido dispositivo retiraria quase dois terços do impacto esperado para a restrição de crescimento da despesa com pessoal”, diz a mensagem do presidente encaminhada do Congresso. Após a sanção, os parlamentares têm 30 dias para apreciar os vetos.

O controle de gastos é a contrapartida de governadores e prefeitos para receberem o auxílio. Além da suspensão dos reajustes, até o final de 2021 eles também não poderão realizar concursos públicos, exceto para reposição, ou criar despesa obrigatória de caráter continuado.

Também estão suspensos os prazos de validade dos concursos públicos federais homologados até 20 de março deste ano. A suspensão será mantida até o fim do estado de calamidade pública em vigor no país. Um dos trechos da lei previa que essa suspensão se estenderia a concursos estaduais, distritais e municipais. Bolsonaro, entretanto, vetou esse dispositivo, justificando que isso criaria obrigação aos entes federados, o que viola o pacto federativo e a autonomia desses entes.

Recursos diretos

De acordo com o texto, a União entregará, na forma de auxílio financeiro, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, em quatro parcelas mensais e iguais, R$ 60 bilhões para serem aplicados em ações de enfrentamento à covid-19 e a mitigação de seus efeitos financeiros. Desse valor, R$ 10 bilhões são exclusivamente para ações de saúde e assistência social. O projeto  ainda suspende as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano. Esse ponto pode gerar um impacto de R$ 60 bilhões à União.

Na utilização dos recursos, prefeitos e governadores darão preferência às microempresas e às empresas de pequeno porte em todas as aquisições de produtos e serviços, seja por contratação direta ou por exigência dos contratantes para subcontratação.

Agência Brasil