A turma do engenho vive o canto do cisne. Que triste fim!

Diz a lenda, que é uma referência a uma antiga crença, de que o cisne-branco (Cygnus olor) é completamente mudo durante toda a sua vida, mas pode cantar uma bela e triste canção, imediatamente antes de morrer.

No ocaso de uma triste administração, nos estertores, com uma pandemia como pano de fundo, o gestor ou “sub gestor”, vive de decretos constritivos sem dar qualquer satisfação aos produtores de riquezas do município.

Qual o custo de convidar os atingidos, à uma conversa de esclarecimentos, e ouvir suas sugestões?

Não é a prática dos senhores de mando. Impõe-se e ai de quem discorda.

É uma revolta geral. Comerciantes, prestadores de serviço, etc, lamentam essa forma de procedimento. Todos querem contribuir, sugerir, participar das decisões e, em consenso, decidir o que é melhor para os munícipes.

Fazem ouvidos moucos, descartam a convivência democrática e ainda indicam, no afã de manter-se governando, um testa de ferro, submisso, para representá-los na eleição que se aproxima, almejando governar por procuração.

A hora se aproxima… Busquemos alguém democrático, sensível, coparticipativo e humano. Precisamos de alguém que seja mais do que um gestor, precisamos de um parceiro que ao decidir, ouça os interessados e divulgue, de forma propositiva, as razões das escolhas adequadas às necessidades e aos reclamos dos cidadãos.

O dia se aproxima…

Não nos esqueceremos, jamais, do abandono e incomunicabilidade que vivenciamos em um momento tão grave, de carência de gestores que se sensibilizem com o sofrimento dos que perdem seus parentes, mais queridos, e temem pela sua própria sobrevivência.

Com uma condução débil, reclusa, abjeta e insensível, visualizamos a face dos que, à força da prepotência, desejam eternizar-se no poder.

Basta! Cansamos!

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