403 Forbidden


nginx/1.10.3

Do bolsonarista Miranda: “Que presidente é esse que tem medo de pressão de quem desvia dinheiro das pessoas morrendo da porra desse covid?”

O deputado bolsonarista Luís Cláudio Miranda, eleito para o primeiro mandato em 2018, pelo DEM do Distrito Federal, confirmou no depoimento que prestou à CPI da Covid.

Foi o deputado Ricardo Barros (PP), ex-ministro da Saúde no governo Michel Temer, o parlamentar citado pelo presidente Bolsonaro como suposto envolvido no esquema de compra superfaturada da vacina Covaxin, que sequer tinha a terceira testagem com humanos, muito menos a aprovação da Anvisa.

Miranda relutou…

Bolsonarista de carteirinha, foi denunciar ao presidente um possível esquema montado no Ministério da Saúde, e se deparou com um presidente conivente, ao ponto de, em vez de investigar o suposto envolvido, mandar processar quem estava denunciando.

“Que presidente é esse que tem medo de pressão de quem está fazendo o errado? De quem desvia dinheiro público das pessoas morrendo da porra desse covid?”, desabafou o bolsonarista.

Thaisa Galvão

Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em setembro

Trabalhadores informais nascidos em setembro recebem hoje (27) a terceira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

No último dia 15, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da terceira parcela. O calendário de depósitos, que começaria no último dia 20 e terminaria em 21 de julho, foi antecipado para o período de 18 a 30 de junho.

Ler mais

RN contabiliza 05 óbitos por covid ocorridos nas últimas 24h; novos casos são 1.288

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (27). Foram 1.288 novos casos confirmados, totalizando 336.217. Até sábado (26) eram 334.929 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 6.722 no total, sendo 05 mortes registradas nas últimas 24h: Pau dos ferros (01), Apodi (01), Mossoró (01), Natal (01) e Santana do Matos (01). No sábado (26) o número total de mortes era 6.717. Óbitos em investigação são 1.438.

Casos suspeitos somam 157.209 e descartados 631.341.

UFRN: Vacinação contra covid-19 inicia segunda-feira

A imunização contra a covid-19 dos profissionais do Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) iniciará nesta segunda-feira, 28 de junho, na Praça Cívica do Campus Central ou em pontos de vacinação divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde de Natal. A vacinação será voltada aos docentes (efetivos e substitutos), técnico-administrativos, terceirizados, funcionários da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e bolsistas de apoio técnico que atuam na instituição de ensino, conforme o cronograma de idade.

Para ser vacinado, é preciso efetuar previamente o cadastro no RN+Mais Vacinas, como profissional da educação, além de levar documento com foto, comprovante de residência e carteira de vacinação. Também é necessário entregar, no momento da vacinação, cópia de declaração de vínculo (SIGRH) ou do contracheque (Sigepe), para os docentes (efetivos e substitutos) e técnico-administrativos; cópia de declaração de vínculo obtida junto à empresa, para os funcionários terceirizados e da Funpec; e cópia de vínculo obtida junto à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proae), para os bolsistas de apoio técnico.

Na UFRN, há a previsão de imunizar cerca de 4 mil pessoas contra covid-19. Seguindo o cronograma de idade, que pode ser atualizado conforme a quantidade de vacinas disponibilizadas, a vacinação ocorrerá pelo modelo drive-thru (carro) ou pedestre:

– segunda-feira (28/06), das 12h às 16h: 44 anos ou mais;

– terça-feira (29/06), das 8h às 16h: 39 a 43 anos;

– quarta-feira (30/06), das 8h às 16h: 35 a 38 anos;

– quinta-feira (01/07), das 8h às 16h: 31 a 34 anos;

– sexta-feira (02/07), das 8h às 16h: 28 a 30 anos;

– segunda-feira (05/07), das 12h às 16h: 26 e 27 anos;

– terça-feira (06/07), das 12h às 16h: 18 anos ou mais.

Quem não puder se dirigir ao local de vacinação no dia previsto, pode receber a vacina nos outros dias posteriores ou em outros pontos de vacinação divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde de Natal. A Praça Cívica do Campus Central será também ponto de doação da campanha Vacina Solidária em Natal, projeto da Prefeitura do Natal que arrecada alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Portal UFRN

CPI pretende ouvir funcionária apontada como responsável por autorizar Covaxin

De acordo com o presidente da CPI, Omar Aziz, a convocação de Barros também deve ser votada, mas para ocorrer nas próximas semanasFoto: Jefferson Rudy – 23.jun.2021/Agência Senado

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz, quer ouvir já na próxima sexta-feira, 02, a servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira. O nome dela foi apontado pelo servidor Luis Ricardo Fernandes Miranda, irmão do deputado Luis Miranda, como o responsável por autorizar e fiscalizar a importação de vacinas da Covaxin, mesmo diante das divergências em relação ao contrato original.

As notas fiscais em nome da empresa Madison Biotech, com sede em Cingapura e que integra o grupo da farmacêutica que produz a vacina na Índia, previa a entrega três milhões de doses do imunizante, número divergente do contrato, que estimava 20 milhões de doses em cinco entregas de quatro milhões.

Em duas notas levadas pelo servidor aos senadores, os documentos citavam ainda a previsão de pagamento antecipado. Ao negar o pedido para autorizar a importação, em março, a Anvisa questionou a mesma denúncia trazida pelos irmãos Miranda à CPI.

A funcionária chegou ao Ministério da Saúde em 2017, nomeada pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, no período em que o parlamentar comandou a pasta, no governo do ex-presidente Michel Temer. A informação consta no Diário Oficial da União.

Barros, no entanto, nega qualquer indicação política. Pelas redes sociais, após as acusações dos irmãos Miranda na CPI, o deputado publicou que “não é verdade que eu tenha indicado a servidora Regina Célia como informou o senador Randolfe. Não tenho relação com esse fatos”.

O deputado federal Luis Miranda, em depoimento à CPI da Covid, disse que o presidente Jair Bolsonaro teria citado o nome de Barros durante conversa entre os dois sobre supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin.

De acordo com o presidente da CPI, Omar Aziz, a convocação de Barros também deve ser votada esta semana, mas para ocorrer nas próximas semanas.

A CNN procurou Regina Célia Silva Oliveira, mas até o momento não obteve retorno.

CNN Brasil

Bolsonaro nomeou esposa de Barros para cargo de R$ 27 mil após denúncia de servidor

Menos de dois meses depois de dizer, segundo o deputado Luis Miranda, de que um eventual esquema de corrupção na compra de vacina contra covid-19 “era coisa” do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, o presidente Jair Bolsonaro nomeou a esposa do paranaense para o cargo de conselheira de administração de Itaipu. Bolsonaro publicou a nomeação da ex-governadora do Paraná Cida Borghetti (PP) no dia 6 de maio no Diário Oficial da União. De acordo com Luis Miranda, a conversa entre ele e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, e o presidente da República ocorreu no dia 20 de março, no Palácio da Alvorada, residência oficial do chefe do Executivo.

O salário de conselheiro da hidrelétrica é de R$ 27 mil para comparecer a reuniões que acontecem de dois em dois meses. Barros alegou, na época, que a nomeação da esposa não se dava pela relação familiar entre os dois, mas pela experiência dela como governadora do Paraná.

Em depoimento nessa sexta à CPI da Covi, os irmãos Miranda afirmaram que relataram a Bolsonaro que havia irregularidade e pressão indevida na compra da vacina indiana Covaxin. Os dois disseram que o presidente chegou a atribuir a um deputado uma possível participação no caso, mas resistiam a informar o nome dele. Somente na fase final dos depoimentos, após forte pressão de senadores, Luis Miranda confirmou que o parlamentar citado por Bolsonaro era o líder do governo na Câmara.

Cida Borghetti substituiu o ex-ministro Carlos Marun (MDB-MS), que ocupava a função desde o governo de Michel Temer. Dois dias antes da reunião relatada por Miranda, Bolsonaro havia recebido o deputado paranaense, que informou, na época, ter tido uma reunião produtiva com o presidente, como destacou o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, que recuperou a sequência dos fatos.

Ex-deputada federal, Cida foi governadora do Paraná por nove meses. Ela assumiu o cargo em abril de 2018, quando o então governador Beto Richa renunciou para disputar uma vaga no Senado. Cida era vice-governadora e disputou a reeleição, mas foi derrotada pelo atual governador, Ratinho Júnior (PSD).

O imunizante que virou pivô das investigações é do laboratório indiano Bharat Biotech, representada no Brasil pela Precisa Medicamentos. O Ministério da Saúde assinou com essa empresa brasileira um contrato de R$ 1,6 bilhão para aquisição de 20 milhões de doses no dia 25 de fevereiro.

“Eu sei o que vai acontecer comigo. A senhora sabe que foi o Ricardo Barros que o presidente falou. Foi o Ricardo Barros que o presidente falou”, disse o deputado ao ser questionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS) por volta das 22h. Em seu Twitter, Ricardo Barros negou qualquer envolvimento com o contrato. A postagem foi feita minutos depois da declaração de Miranda.

Congresso em Foco

Brasil recebe mais 936 mil doses de vacinas da Pfizer contra a covid-19 na manhã deste domingo

Chegou ao Brasil na manhã deste domingo (27) um novo lote composto por 936 mil doses de vacinas da Pfizer contra a covid-19. Os imunizantes desembarcaram no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e fazem parte da terceira e última remessa de 2,4 milhões de doses entregues pela farmacêutica na última semana.

Com a nova remessa, já são 17 lotes recebidos pelo país por esse contrato firmado entre a farmaceutica e o governo federal, que prevê mais 100 milhões de doses para o país, com previsão de chegada até dezembro de 2021, totalizando a entrega de 200 milhões de doses ao Brasil.

“As unidades serão distribuídas para todo o país nos próximos dias”, garante o Ministério da Saúde. A pasta afirma que já distribuiu mais de 129 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 e destaca que mais de 70 milhões de brasileiros já receberam pelo menos uma dose do imunizante.

R7

O Trem está chegando em São José de Mipibu

Há décadas que o trem não passa por São José de Mipibu e será pelas mãos do prefeito Zé Figueiredo que a população mipibuense terá outra opção de transporte público para se deslocar até a capital Potiguar.

No último dia 25 de junho, Figueiredo assinou a reativação da Linha Ferroviária que em breve será reativada.

A obra sai das mãos do Ministro Rogério Marinho a quem Figueiredo sempre foi fiel nas eleições para Deputado Federal.

Enfim, o trem está chegando e Zé Figueiredo já pode contar como uma das maiores conquistas no seu primeiro semestre de mandato a frente do Executivo Mipibuense.

Direção do Centro Social Monsenhor Antônio Barros, avança na restauração do prédio

A Direção do Centro Social Monsenhor Antônio, composta por Marcel Souza, Vagner Tavares, Jonathan Souza, Marcelo Martins e John Lennon, nomeada pela pároco Padre José Lenilson, avançam na restauração daquele prédio tão importante.

Neste domingo (27), os serviços de pintura dará uma nova aparência ao prédio e tradicional “Praça do Centro Social” (Praça Monsenhor Paiva).

Na manhã de hoje, os profissionais trabalham na pintura da fachada e no serviço de instalação.

A restauração do Centro Social ainda tem outras etapas e todos podem colaborar com a preservação de patrimônio paroquial

Cármen Lúcia determina que Ricardo Salles entregue passaporte à Polícia Federal

A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia determinou que o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles entregue o passaporte à Polícia Federal.

Com isso, ele não pode sair do país.

Os advogados dele já foram intimados e vão cumprir a ordem judicial. Mas afirmam que ela era desnecessária.

“Uma vez exonerado do cargo de ministro, ele não deveria mais estar sob a jurisdição do STF, já que perdeu o foro privilegiado”, diz o advogado Roberto Podval, que representa o ex-ministro.​ “A politização do Supremo Tribunal Federal é ruim para qualquer um dos lados”, segue ele.

Podval afirma ainda que vai agravar da decisão, “absolutamente contrária à jurisprudência da Corte”.

Antes de decidir, a magistrada abriu vista para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que deu o parecer favorável à apreensão do passaporte. Eles argumentaram que a medida era necessária para preservar as investigações.

Salles pediu demissão do cargo nesta semana. Ele está sendo investigado por suposto envolvimento em um esquema de exportação ilegal de madeira.

O ministro do STF Alexandre de Moraes já tinha autorizado buscas e apreensões em endereços de Salles e até autorizado o envio do celular dele aos EUA para que a senha do aparelho seja quebrada.

Salles é alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) por operação da Polícia Federal que mira suposto favorecimento a empresários do setor de madeiras por meio da modificação de regras com o objetivo de regularizar cargas apreendidas no exterior.

A demissão de Salles foi anunciada no mesmo dia em que as investigações de compras suspeitas da vacina Covaxin chegaram ao nome de Bolsonaro na CPI da Covid. O caso elevou a temperatura política no Planalto nesta quarta (23).

Salles deixa a Esplanada em meio a uma investigação da PF sobre um esquema de contrabando de madeira e criticado por ambientalistas pelo avanço do desmatamento na Amazônia.

A corporação apura suspeitas de crimes de corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e facilitação de contrabando que teriam sido praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.

Salles também é alvo de um inquérito que investiga sua suposta atuação para atrapalhar a apuração da maior apreensão de madeira do Brasil, feita na Operação Handroanthus.​

Sua gestão foi marcada por ações contrárias ao objetivo da pasta, que é a preservação ambiental. Em dois anos e meio no cargo, enfraqueceu ou destruiu mecanismos de proteção das florestas, minimizou o impacto das queimadas, combateu quem fiscalizava infratores e reduziu a participação da sociedade civil na elaboração e implementação de políticas para o setor.

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo