Oligarquias de São José de Mipibu “Dantas e Ferreira”, se dividem no 2º turno

Fico me perguntando que gostinho tem ser político nesse país, onde oligarquias são formadas e sempre buscam se perpetuar no poder, de forma centralizada.

Aqui em São José de Mipibu as famílias Dantas e Ferreira já foram aliadas e adversárias, com um único intuito, continuar no poder, seja na Prefeitura Municipal e/ou na Câmara de Vereadores.

Diante disso tudo, eis que as oligarquias mipibuenses, se unem de forma estratégica para se perpetuar no poder. Não pensem que escrevi errado, as famílias tradicionais da politica mipibuense estão unidas indiretamente, para continuar no poder;

Para quem estuda a politica e entende seus conchavos, percebe que a família Ferreira está unida e de certo modo dividida, unida/dividida, pensando em 2020. Assim também está a família Dantas que despecebidamente tem o mesmo pensamento da família Ferreira.

Vamos entender…

Norma Ferreira no 1º turno apoiou seu amigo Robinson Faria para o governo. Sua irmã a líder politica Nadja Ferreira, mãe da ex-vice-prefeita Fernanda Moraes e cunhada do deputado Hermano Morais apoiou e continua apoiando Carlos Eduardo para o governo. Se o interesse fosse coletivo, naturalmente Norma deveria apoiar Carlos Eduardo para fortalecimento da família, mais pensando em 2020, Norma ficará com Fátima Bezerra e Nadja Ferreira com Carlos Eduardo. Mesmo em palanques diferentes, estão unidas pensando no futuro politico da família.

A mesma situação acontece com os Dantas. O Prefeito Arlindo Dantas, o Vice-Governador Fábio Dantas e a Deputada Estadual Cristiane Dantas optaram pela neutralidade. Mentira. O Grupo da família Dantas também está dividido, uns votarão em Fátima e outros votarão em Carlos Eduardo, tudo muito bem pensado para 2020, já que o grupo tem dificuldades em escolher seu pré-candidato a prefeito para sucessão do principal líder da família Dantas, o prefeito Arlindo.

Enfim, para se perpetuar no poder as duas famílias seguem unidas em palanques diferentes, pensando em 2020.

Eita coisa boa é ser politico.

Com indefinição dos Dantas, Kerinho sai ainda mais fortalecido no 2º turno

Os Dantas de forma estratégica continua com sua posição para o governo sem definição. Nos bastidores da política a indefinição é considerada uma estratégia para tentar fortalecer o grupo que só conseguiu vitória da Deputada Estadual Cristiane Dantas no PPL, sigla pequena e sem muita representatividade.

Com o isso, os Dantas dão um maior fortalecimento ao nome de Kerinho se rendendo ao que muitos aliados já dizem, falta de um nome para concorrer as eleições de 2020.

Kerinho segue fortalecido e até agrega nomes do próprio grupo dos Dantas para apoiar o seu candidato a governador Carlos Eduardo.

Na semana passada, em conversa de calçada ouvir um vereador de São José de Mipibu dizer, é melhor pegar na mão de quem o povo quer.

Discurso da deputada eleita Natália Bonavides vai por água abaixo como os novos apoios a Fátima Bezerra

O discurso da PTista Natália Bonavides foi por água abaixo depois que a senadora Fátima Bezerra – PT candidata ao governo, recebeu o apoio das famílias tradicionais da politica Potiguar, inclusive de partidos adversários do PT.

Veja um dos vídeos de Natália sobre as famílias tradicionais.

Quem votou na Natália, votou acreditando neste discurso, mas agora terá de dividir palanque com essas famílias ou parte dela para chegarem ao poder.

PSDB do RN rachado

O PSDB do Rio Grande do Norte, declarou apoio a senadora Fátima Bezerra do PT para o governo do Estado.

De modo rachado, o presidente da Assembleia Legislativa do RN deputado Ezequiel Ferreira que também preside o PSDB do RN, contraria o posicionamento do deputado da reforma trabalhista Rogério Marinho que também é integrante do PSDB.

O que chama a atenção é que integrantes do governo Robinson Faria – PSD, também estão se aliando a Fátima, contrariando orientações a nível nacional e discurso de campanha.

Kerinho e Arlindo Dantas prestes a subir no mesmo palanque de Carlos Eduardo

O BJL recebeu a informação que o grupo da família Dantas deverá apoiar Carlos Eduardo para o governo do Estado.

Sem ambiente no palanque de Fátima Bezerra, devido a saída de Fábio Dantas do PCdoB para o PSB, Arlindo terá ambiente tímido no palanque de Carlos Eduardo devido ao apoio do seu grupo ao senador derrotado Garibaldi Filho.

Nos corredores da ALERN os comentários: “Arlindo pode até apoiar, mais Carlos Eduardo tem um líder que nasceu da vontade do povo que é Kerinho e desde 2016 busca fortalecer o PDT no agreste e isto, o governadorável não pode esquecer.”

Querendo ou não, tem quem defenda Kerinho.

Norma Ferreira poderá seguir caminho da neutralidade no 2º Turno

Uma fonte informou a BJL que a ex-prefeita Norma Ferreira e o seu filho o Vereador Daniel Ferreira, poderá seguir caminho da neutralidade no 2º turno das eleições estaduais.

Família seguidora do Governador Robinson Faria, com indicações de cargos no governo do Estado, Norma e Daniel pensam em ficar neutro e esperar a influência da irmã Nadja Ferreira que é cunhada do deputado reeleito Hermano Morais do MDB que apoia Carlos Eduardo que concorre ao governo do Estado no 2º turno;

Bolsonaro e Haddad debatem nas Redes Sociais

Os candidatos a Presidência da República que se enfrentam no 2º turno das eleições de 2018, estão debatendo nas Redes Sociais.

Criticado por não participar de debates, Bolsonaro está com discurso sereno semelhante ao de Haddad, mais usa as redes sociais para debater com o adversário.

Haddad também usa as redes sociais para debater com seu adversário.

Analisando alguns comentários nas postagens dos candidatos vi que apoiadores ajudam cada qual seu candidato para justificar os debates virtuais, pena que maior parte da população brasileira não usa as RDS, para debater e/ou acompanhar os debates e fazer as escolhas, a onda é contra-atacar.

Falta de recursos e burocracia paralisam 83 obras no Rio Grande do Norte

Entre os anos de 2015 e 2018, o Rio Grande do Norte teve 83 obras paralisadas. O valor dos investimentos ultrapassa R$ 489 bilhões. Os dados são do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e mostram os valores das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As obras estão divididas entre 38 cidades do Estado. A capital potiguar tem a maior quantidade de empreendimentos paralisados: são 25 obras de mobilidade urbana, saneamento e educação não concluídas. As paralisações foram motivadas pela falta de recursos, falhas nos projetos e problemas na documentação.

Entre a lista de empreendimentos paralisados, está a duplicação da Reta Tabajara (BR-304), que liga Natal à região Oeste do Estado. A obra foi paralisada após questionamentos do Tribunal de Contas da União. O orçamento inicial da obra foi de R$ 156,57 milhões, mas atualmente já chega a R$ 300 milhões.

A responsabilidade das obras se divide entre a União, o Estado e os municípios.

Os ministérios da Educação e o da Saúde são os que mais tem empreendimentos paralisados, tendo 43 e 14 obras paralisadas, respectivamente, aqui no Estado.

AgoraRN

ONU: nenhum país consegue garantir direitos reprodutivos das mulheres

As tendências globais mostram que, quando as pessoas conseguem exercer seus direitos sexuais e reprodutivos, elas optam por famílias menores, com taxa média de dois filhos por mulher. A conclusão está em um relatório sobre a situação da população mundial divulgado hoje (17) pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), na sigla em inglês). Segundo a agência da ONU, a falta de possibilidades de escolha causa impacto expressivo nas taxas de fecundidade, geralmente tornando as famílias muito maiores ou muito menores do que a maioria das pessoas desejaria.

O relatório revela que em nenhum país a população tem a garantia plena de seus direitos reprodutivos. A maioria dos casais ainda não consegue ter o número de filhos que deseja, ou porque não tem condições econômicas e sociais, ou porque não tem acesso a contracepção e informação adequada. A demanda não atendida por métodos contraceptivos modernos impede que milhões de mulheres consigam optar por famílias menores.

“Existe um descompasso entre número de filhos desejados e número de filhos tidos, seja no caso de famílias que têm mais filhos do que gostariam ou no caso das mulheres que têm menos filhos do que desejariam”, explica Taís de Freitas Santos, coordenadora de programa do Fundo de População da ONU.

Em países do sul da Europa e da Ásia, as quedas nas taxas de fecundidade têm sido tão acentuadas que estão abaixo do nível de reposição (de 2,1 filhos por mulher), ocasionando uma redução no tamanho absoluto da população com o passar dos anos. Entre os motivos apontados no relatório destaca-se a dificuldade de equilíbrio entre a vida profissional e a dedicação à família.

No outro extremo, em alguns países da África Subsaariana, as mulheres seguem tendo mais filhos do que gostariam (em média, 5 filhos ao longo da vida), em especial pela falta de informação e de acesso a serviços de saúde e a métodos contraceptivos.

De maneira geral, o relatório classifica os países em quatro grandes grupos: os de fecundidade alta (principalmente na África Subsaariana), os de fecundidade estável (países do Oriente Médio e de algumas regiões da África), países em que a fecundidade declinou repentinamente nos últimos anos (especialmente as nações de renda média e em desenvolvimento) e países onde a fecundidade se mantém baixa há muitos anos, que inclui principalmente nações da Ásia, Europa e América do Norte.

Desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Cairo (Egito) em 1994, a saúde e os direitos reprodutivos têm melhorado significativamente em todo o mundo, segundo a ONU. As pessoas têm mais acesso a informações sobre seus direitos reprodutivos e escolhas e maior possibilidade de exigir seus direitos. “A transição histórica para uma fecundidade menor surgiu por meio de pessoas que reivindicavam o direito de fazer escolhas sobre suas vidas reprodutivas e de ter o número de filhos que queriam, quando queriam”, aponta o estudo.

Apesar da melhora no quadro geral, a maioria dos países ainda está longe de garantir os direitos reprodutivos para todos os seus grupos sociais. Essa, inclusive, é uma das metas previstas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, na chamada Agenda 2030.

“O poder de decidir o número de filhos, o momento de tê-los e o espaçamento entre uma gravidez e outra podem impulsionar o progresso econômico e social dos países. Esse poder de escolha está diretamente relacionado à garantia dos direitos reprodutivos e que foram aprovados por 179 países em 1994. Sem essas garantias, os países não vão conseguir atingir a meta dos ODS”, acrescenta Taís de Freitas.

Situação do Brasil

O Brasil é classificado no grupo de países onde a taxa de fecundidade caiu de forma expressiva nas últimas décadas, atingindo um nível, em alguns grupos sociais, abaixo da taxa de reposição populacional. Apesar disso, quando se desagrega a população em termos de escolaridade, renda e raça, as diferenças na taxa de fecundidade aparecem.

Para Taís de Freitas, da Unfpa, a taxa de fecundidade do Brasil, apesar de estar em declínio, não está batendo com o número de filhos que as mulheres gostariam de ter e é preciso garantir políticas específicas para os diferentes grupos sociais.

De um lado, mulheres brasileiras com mais anos de estudo e com uma progressão maior na carreira profissional têm cada vez menos filhos, muitas vezes menos do que o número desejado, em especial por não conseguir conciliar trabalho e família.

O mesmo acontece quando se analisam os índices de acordo com a renda: nos 20% dos domicílios com maiores rendimentos no país, as mulheres têm taxas de fecundidade que não chegam a taxas de reposição delas mesmas na população (ao redor de 1, frente à taxa de reposição de 2,1).

Na outra ponta, e com número significativo de pessoas, percebe-se que as mulheres com menos anos de estudo ainda têm mais filhos do que desejam. Isso porque, em geral, mulheres com menos escolaridade, rendimento e oportunidades também acabam tendo filhos quando são jovens – e, na maioria, filhos nascidos de gravidez não planejada.

Recomendações

O relatório faz uma série de recomendações para que os países consigam assegurar sintonia entre o número de filhos desejados e os realmente tidos pela população. Um primeiro conjunto de medidas a serem adotadas gira em torno da garantia de acesso a métodos contraceptivos modernos e a informação adequada sobre o assunto, para que as mulheres possam ter condições de escolher entre ter ou não uma gravidez e realizar seu planejamento familiar.

O documento também fala em garantir acesso a serviços de qualidade em termos de saúde sexual e reprodutiva das mulheres, bem como assegurar educação de qualidade, incluindo a educação integral em sexualidade, adequada à idade, além de agir pela mudança de atitudes dos homens, para que sejam mais solidários com os direitos e as aspirações de mulheres e meninas. Também recomenda que, se for o desejo do casal, os países devem tornar mais fácil a decisão de ter mais filhos, possibilitando maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e oferecendo mais creches.

Agência Brasil