Trabalhadores nascidos em junho podem sacar auxílio emergencial

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), nascidos em junho, podem sacar, a partir de hoje (11) a sexta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 26 de setembro.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Agência Brasil

Ministro pede que corte no orçamento seja revisto “urgentemente”

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, comentou, no último fim de semana, o corte no orçamento da pasta, aprovado pelo Congresso Nacional por solicitação do Ministério da Economia. O projeto retirou R$ 690 milhões do ministério comandado por Pontes e repassou para outros setores.

Com a redução, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) perdeu 90% do seu orçamento, incluindo recursos que serviriam para o pagamento de bolsas de pesquisa, o que pode impactar projetos em andamento.

Em nota conjunta, entidades científicas como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Academia Nacional de Medicina (ANM) e Associação Nacional de Estudantes de Pós-Graduação (ANPG) criticaram a mudança de destinação de recursos.

“Quando mais precisamos da ciência, a equipe econômica age contra a lei, com manobras que sugerem a intenção deliberada de prejudicar o desenvolvimento científico do Brasil. Além de não liberar os R$ 690 milhões à revelia dos compromissos firmados com setor, cerca de R$ 2 bilhões do FNDCT [Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] seguem pendentes de destinação, em claro descumprimento da Lei Complementar n° 177/2021. É incompreensível que o Congresso Nacional permita que suas decisões, manifestadas democraticamente na aprovação de leis para o país, sigam sendo descumpridas por meio de manobras de último momento. É preciso priorizar a ciência. Ciência é vida!”, diz a nota.

Nota do Ministério da Economia

Em nota, o Ministério da Economia informou, na sexta-feira (8), que proposta de alteração na programação orçamentária “ocorreu para cumprir decisão governamental quanto à necessidade de remanejar recursos neste momento, a qual foi referendada pela Junta de Execução Orçamentária (JEO)”.

“Não são recursos originados da reserva de contingência do FNDCT. Entre essas demandas, consta o atendimento de R$ 89,8 milhões para o MCTI. Desse total, R$ 63 milhões serão destinados para despesas com produção e fornecimento de radiofármacos no país. Outros R$ 19 milhões vão para o funcionamento das instalações laboratoriais que dão suporte operacional às atividades de produção, prestação de serviços, desenvolvimento e pesquisa. Estão contempladas ainda despesas do Ministério da Saúde, Educação (R$ 107 milhões para a concessão de bolsas de estudo no ensino superior e outros R$ 5 milhões para o apoio ao desenvolvimento da educação básica), Cidadania, Comunicações, Desenvolvimento Regional (R$ 150 milhões para ações de proteção e Defesa Civil associadas à distribuição de água potável às populações atingidas por estiagem e seca (Operação Carro-Pipa), R$ 100 milhões para a integralização de cotas de moradia do Fundo de Arrendamento Residencial e R$ 2,2 milhões para obras de infraestrutura hídrica) e Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, informou a pasta.

Agência Brasil

Morre o ex-governador Lavoisier Maia Sobrinho

Faleceu na manhã desta segunda-feira, 11, em Natal o ex-governador Lavoisier Maia Sobrinho, de 93 anos.

Lavô estava se recuperando de uma infeção generalizada, mas apresentou melhora no quadro, respirando sem ajuda de aparelhos e com boa função cardíaca e pulmonar.

Médico formado na Bahia, foi professor da UFRN, secretário de Saúde durante o Governo Tarcísio Maia e indicado governador em 1978 pelo presidente Ernesto Gisel.

\Foi senador eleito em 1986 , deputado federal por dois mandatos e encerrou a carreira pública como deputado estadual.

Ele tentou voltar ao Governo em 1990, quando foi derrotado pelo primo, José Agripino.

Lavô era pai de Lauro, Márcia, Ana Cristina e Cintia, todos frutos de seu casamento com a ex-governadora Wilma de Faria, falecida em 2017.

Deixa a viúva Terezinha, sua fiel escudeira dos últimos anos de sua vida.

Território Livre

Unesp aponta potencial tratamento do novo coronavírus

Estudo realizado no Instituto de Biociências (IBB) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) indicou potencial alvo para tratamento da Covid-19. Um gene identificado pelos pesquisadores pode estar associado a interações entre proteínas pulmonares e o novo coronavírus, o que pode indicar um método de combate à doença.

Os pesquisadores identificaram a alteração na expressão de um gene chamado TRIB3, responsável pela produção de uma proteína de mesmo nome e que tem alta probabilidade de interagir com a proteína do novo coronavírus em células epiteliais do pulmão – essas células fazem o revestimento interno do órgão e são alvos preferenciais do novo coronavírus. Segundo o estudo, essa proteína já foi anteriormente relatada como capaz de diminuir a infecção e a replicação de outros vírus.

“A TRIB3 tem o potencial de interagir com proteínas do vírus e isso pode, por exemplo, diminuir a replicação do vírus dentro da célula, como já demonstrado para o vírus da hepatite C. Ou seja, existe a possibilidade de que uma interação da TRIB3 com proteínas do SARS-CoV-2 [novo coronavírus] iniba o ciclo biológico do vírus”, disse o pesquisador do IBB da Unesp, Robson Carvalho, que lidera o estudo.

O gene TRIB3 diminui sua expressão em pessoas idosas do sexo masculino, o que pode ajudar a explicar a ocorrência de casos mais graves nessa população. Com esses resultados, de acordo com os pesquisadores, compostos capazes de reverter esse processo e que consigam estimular a expressão de TRIB3 devem ser avaliados como potencial tratamento contra o novo coronavírus.

Segundo Carvalho, na Europa, já há uma empresa espanhola realizando ensaios clínicos com um medicamento contra o câncer de endométrio que é capaz de aumentar a atuação da TRIB3.

Início do estudo

O trabalho de pesquisa começou há cerca de um ano, mas estava voltado para o estudo da caquexia – perda de peso e atrofia muscular – em pacientes com câncer de pulmão. Os pesquisadores estudavam o perfil da expressão do gene ao longo do envelhecimento do pulmão. Em março, com a pandemia da Covid-19, os cientistas redirecionaram o trabalho para pesquisar a doença, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“A nossa ideia inicial era identificar moléculas que são secretadas pelo pulmão e que podem eventualmente atuar em outros órgãos e tecidos. Conversamos e pensamos ‘se estamos analisando moléculas liberadas pelo tumor do pulmão que podem atuar em outros órgãos, poderíamos pensar em uma abordagem semelhante e avaliar a interação entre proteínas pulmonares e proteínas do vírus da Covid-19’”, explicou Carvalho.

São José de Mipibu recebe quase 1 milhão de reais para enfrentamento da COVID-19

O Governo Federal destinou ao município de São José de Mipibu, o montante de R$ 922.284,41.

Os valores recebidos são oriundos do Ministério da Saúde que transferiu os valores para o Fundo Municipal de saúde de São José de Mipibu.

A implementação dos recursos deve-se ao “financiamento de ações e serviços públicos de saúde, compreendidos por ações de atenção básica, vigilância – média e alta complexidade – bem como aquisição e distribuição de medicamentos e insumos, aquisição de equipamentos, contratação de serviços de saúde, contratação temporária de pessoal, divulgação de informações à população, bem como outras despesas necessárias para o enfrentamento do novo Coronavírus” (COVID-19).

:Vale destacar que a implementação desta ação orçamentária no município, também será útil para inclusão de outros recursos como os estaduais, e mesmo de recursos municipais, voltados ao enfrentamento da COVID-19″.

“A utilização desses recursos deve ser embasada sempre em um processo de planejamento permanente e pela transparência de sua utilização, em consonância com o plano de contingência municipal (caso exista), regional e estadual.”

É importante destacar que a população é a principal envolvida nesse processo, porém, o Prefeito, Secretários e Comitês do município, devem fazer a sua parte.

O que chama a atenção é que a primeira parcela, dos mais de 920 mil, foi transferida para o município no dia 30 de março de 2020 e a segunda parcela no último dia 09 de abril de 2020, não havendo nenhuma divulgação do recebimento de tais recursos federais, bem como, ações de notificação a toda população, barreiras sanitárias nos principais acessos ao município, fiscalização em agências bancárias, dentre outras.

Se o governo municipal não agir, estaremos a cada instante em um campo minado, pois existem casos suspeitos em vários lugares do município.

Enfim, fazer o planejamento para o uso desses recursos é uma obrigação, e este deve ser apresentado pelo município através de lives, informativos impressos ou digitais.

A vizinha cidade, Parnamirim, já divulgou o Plano Municipal de Contingência para Covid-19. O que falta para São José de Mipibu divulgar?

Como perguntar não ofende, eis a pergunta: “por que não houve qualquer divulgação por parte do governo Arlindo Dantas?”

Ps: Os recursos não são provenientes de emendas parlamentares, são sim, do Governo Federal. Só para lembrar aos desavisados que se aproveitam da pandemia para fazer politicagem.

RN está em primeiro lugar do Nordeste na vacinação contra a influenza

O Rio Grande do Norte alcança resultado satisfatório na primeira etapa da vacinação contra a influenza, ocupando, na manhã desta segunda-feira (13), o primeiro lugar no Nordeste e o terceiro lugar no Brasil, com índice de 50,12% de cobertura vacinal.

“É um dado bastante positivo, visto que estamos bem acima da média nacional, que está em 42,8%, e da média do Nordeste, que está em 41,3%”, explica a coordenadora do programa estadual de imunização, Katiúcia Roseli.

Ela explica que mesmo com o encerramento da primeira etapa, os idosos e profissionais de saúde podem tomar a vacina. “A vacinação acontece de forma cumulativa, então os grupos da primeira etapa podem se vacinar até o final da campanha. A organização das datas foi feita para evitar aglomerações, mas as doses continuam disponíveis”.

A segunda etapa da vacinação acontece a partir do dia 16 de abril, quando devem tomar a vacina os profissionais das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários.

A terceira fase acontecerá no período de 9 a 22 de maio, voltada para a vacinação de professores, crianças de seis meses a menores de seis anos, grávidas, mães no pós-parto, população indígena, pessoas acima de 55 anos e pessoas com deficiência.

A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos, até o dia 22 de maio. Este ano, no Estado, 1.108.180 pessoas estão previstas serem vacinadas. Para isso, o Ministério da Saúde enviará 1.214.800 doses, que garantirão a vacinação de 100% do público-alvo para a campanha.

Como forma de garantir a vacinação contra a influenza e conter a pandemia da Covid-19, a Sesap tem orientado os municípios a montar estratégias para evitar aglomerações, como o aumento da quantidade de locais disponíveis à população, além de medidas para prevenção dentro das unidades.