SÃO JOSÉ DE MIPIBU – Poder Legislativo e Executivo celebram Emancipação Política de mãos dadas

O município de São José de Mipibu tem muito a ganhar com a gestão do Prefeito Zé Figueiredo e do Vice-prefeito Joelmo Teles, bem como, com a gestão da Presidente da Câmara Municipal, Vereadora Carla Simone.

Na manhã de hoje (16), acompanhando as autoridades na celebração alusiva aos 176 anos de Emancipação Política de São José de Mipibu, era notório a sintonia dos gestores do Poder Executivo e Legislativo, o Prefeito Zé Figueiredo, o Vice-prefeito Joelmo Teles e a Presidente da Câmara Municipal de São José de Mipibu, Vereadora Carla Simone, que após a Missa e hasteamento das bandeiras na sede do Poder Legislativo Municipal, deram as mãos, sinal de união pelo bem de São José de Mipibu.

Aos gestores dos poderes Legislativo e Executivo, desejo que continuem lutando por uma São José de Mipibu, pois o sonho deste filho adotivo em ver São José de Mipibu cada vez melhor, não morreu.

Avante, pois a união faz a força.

CPI muda depoente e se prepara para apreciação do relatório final

O médico Carlos Carvalho deve ser o próximo depoente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado. Depois de uma reunião nesse feriado, a cúpula da comissão decidiu que o depoimento dele, na próxima segunda-feira (18), será mais interessante para o colegiado do que o originalmente marcado, que seria do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já ouvido pelos senadores duas vezes.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), conversou nos últimos dias com Carvalho. Segundo o senador, o pneumologista e professor da Universidade de São Paulo ( USP) “tem uma lucidez enorme e uma história de vida muito grande”, além de ser muito respeitado na área médica. Carlos Carvalho despertou interesse da CPI depois que, na semana passada, um estudo que teria sido coordenado por ele, com parecer contrário ao uso do chamado kit covid, na fase pré-hospitalar, com medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença, ter sido retirado da pauta de uma reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

O médico não faz parte da Conitec, mas foi escolhido para gerar diretrizes para o tratamento da covid-19 pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ainda na semana passada o pneumologista disse que ele próprio pediu a retirada de pauta do documento de pauta. Ele justificou que o trabalho havia sido feito com as informações científicas vigentes até o final de agosto e que no final de setembro foi publicado um artigo que, segundo ele, pode mudar a conclusão do relatório e, por isso, precisaria de mais prazo para o grupo se reunir e reavaliar o tema.

No mesmo dia, encerrando o ciclo de depoimentos colhidos nos últimos seis meses pela CPI, parentes de vítimas da covid-19 também serão ouvidos pelos senadores.

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CPI da Covid terá última semana de depoimentos; confira os destaques

Mesmo com prazo estendido até o início de novembro, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 entra na sua última semana de depoimentos, com previsão de votação do relatório final em 20 de outubro. A cúpula dos trabalhos avalia que já há elementos suficientes para fechar os trabalhos, com uma lista de indiciados que inclui o presidente da República, Jair Bolsonaro. Para arredondar alguns pontos, a CPI ainda se debruçará em oitivas mirando a Prevent Senior e a VTCLog.

Para o primeiro depoimento da semana, a CPI trará o sócio da empresa de logística VTCLog, Raimundo Nonato Brasil, na terça-feira (5). Contratada para receber, armazenar e distribuir vacinas contra a Covid-19, a empresa entrou na mira dos senadores pela suspeita de ter feito pagamentos ao ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, também investigado e um dos depoentes que será indiciado no relatório final.

A empresa presta serviços ao Ministério da Saúde desde 2018, quando o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) era ministro da pasta. Barros é outro alvo da CPI, apontado pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) de ser o responsável pelo esquema de negociações de vacinas junto a empresas intermediárias. O líder do governo nega as acusações.

O sócio da VTCLog Raimundo Nonato já irá a CPI com os sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático quebrados. O requerimento, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), foi aprovado em agosto pela comissão e mira dados desde o início da primeira contratação, em 2018. O objetivo é entender como a empresa conseguiu o contrato que, segundo Randolfe, “sofreu diversas críticas de funcionários do Ministério da Saúde”.

Prevent Senior

O restante dos depoimentos da semana visam fechar lacunas das investigações envolvendo a Prevent Senior. A operadora de saúde foi denunciada por ex-funcionários, que juntaram provas para elaborar um dossiê contra a empresa. Entre as acusações estão a alteração de prontuários médicos para subnotificar casos e mortes por Covid-19, a distribuição de medicamentos do ‘kit covid’ como alternativa para cortar custos com internação e a realização de pesquisas sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) ou consentimento de parentes.

Atendendo a pedidos tanto do G7 — grupo de parlamentares da oposição e independência do governo que formam maioria na CPI — quanto da ala governista, a comissão deve receber, na quarta-feira (6), médicos que fizeram parte do grupo de ex-funcionários que denunciaram a Prevent Senior. A expectativa é receber o casal de médicos George Joppert e Andressa Joppert. Detalhes do dossiê foram trazidos na semana passada pela advogada Bruna Morato, mas os senadores da base pressionaram por ouvir os próprios denunciantes. Quem faz a articulação são os senadores Randolfe e Humberto Costa (PT-PE).

Para encerrar a remessa de oitivas, a comissão ouve, na quinta-feira (7), o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Rebello Filho. Após as revelações na CPI, a ANS autuou a rede por constatar “indícios de infração”. A justificativa é que a Prevent deixou “de comunicar aos beneficiários as informações estabelecidas em lei”.

Fechada a rodada de depoimentos, a cúpula da CPI não pretende abrir mais uma semana para ouvir novas testemunhas. “Só se houver um fato muito grave, relevante, do ponto de vista novo e não daquilo que a gente vem tratando”, ponderou o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM).

R7

Em Natal, protesto contra Bolsonaro se transformou em protesto pela redução dos preços dos alimentos

O que deveria ser um ato contra o presidente Jair Bolsonaro acabou se transformando, em grande parte, em um projeto a favor da redução do preço dos alimentos e de itens derivados como o gás de cozinha, por exemplo.

Este sábado (2), nas imediações do shopping Midway Mall, vários eram os cartazes em Natal pedindo mudanças nas políticas econômicas do governo federal. Inclusive manifestantes chegaram a levar uma geladeira vazia como forma de protesto.

Manifestação contra Bolsonaro neste sábado (2) em Natal

Manifestantes se reuniram na tarde deste sábado (2) em Natal no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Nevaldo Rocha (antiga Bernardo Vieira) para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro.

Convocados por partidos de esquerda e sindicatos, os protestos pedem o impeachment do presidente e fazem críticas à condução do Ministério da Saúde no combate à pandemia.

Segundo os organizadores, protestos também aconteceram na manhã de hoje em Mossoró, Acari, Macaíba, Currais Novos e Parnamirim.

Blog do BG

Políticos do PT ao PSL confirmam participação em atos contra Bolsonaro

Partidos políticos, parlamentares, sindicatos e entidades estudantis vão às ruas neste sábado (2) para um novo protesto contra o governo de Jair Bolsonaro. A expectativa é de que este seja o ato com maior diversidade ideológica partidária desde o início do mandato de Bolsonaro. São esperados militantes e integrantes de siglas que vão do espectro mais à esquerda como o o PT, do ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, e o PSOL,  de Guilherme Boulous, até a direita dos ex-ferrenhos aliados do governo, isto é, o PSL.

Até a tarde desta sexta (1) havia confirmação de integrantes DEM, PSL, MDB, MBL, Cidadania, Podemos, Solidariedade, PSDB, PL e Novo no evento. De acordo com os organizadores, a participação dos partidos fora da esquerdas é considerado um avanço. Os deputados Júnior Bozzella (PSL-SP), José Nelto (Podemos-GO) e Fábio Trad (PSD-MS), por exemplo, confirmaram ao Congresso em Foco que estarão nas ruas.

Da mesma forma, estão certos os líderes da minoria na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), Bohn Gass (PT-RS), Marcelo Freixo (PSB-RJ), Taliria Petrone (Psol-RJ) confirmaram presença nos protestos.

De olho em 2022 também são aguardados nos atos deste sábado Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (Psol) e Fernando Haddad (PT) que devem discursar nos trios da Avenida Paulista, no ato em São Paulo.

Procurados pelo Congresso em FocoSimone Tebet (MDB-MT) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE), recém lançados pré-candidatos à presidência, ainda não confirmaram presença.

Enquanto isso, na lista divulgada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro já constam os nomes dos senadores da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede) e Eliziane Gama (Cidadania), a deputada Tabata Amaral (PSB) e Carlos Lupi (PDT), presidente da sigla, além de Gleisi Hoffmann (PT), Juliano Medeiros (PSOL), Orlando Silva (PC do B) e Manuela D’Ávila (PC do B).

Entre as entidades confirmadas estão a Central de Movimentos Populares, UNE, MST, MTST, Coalizão Negra por Direitos, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimento Acredito, entre outras.

Os sindicatos da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Intersindical Instrumento de Luta e Pública também deverão comparecer aos atos.

Os atos são organizados pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro e há confirmação de manifestações presenciais em ao menos 251 cidades brasileiras, além de ações em 16 países. Desde o início deste ano, o Brasil já registrou ao menos cinco grandes protestos.

As pautas abordadas nas manifestações seguirão a mesma linha dos últimos protestos, isto é, o pedido pelo impeachment de Bolsonaro. Endossam o coro das reinvidicações questões econômicas, incluindo a cobrança por mais políticas de mais emprego e melhoria de renda, combate à fome, combate à corrupção e punição diante das denúncias de omissão do governo durante a pandemia.

União partidária

Parlamentares e presidentes dos partidos que integram a bancada da Minoria na Câmara – PT, PDT, PSB, Psol, PCdoB e Rede – se reuniram em 15 de setembro com dirigentes do PV, Cidadania e Solidariedade para a formação de um comitê pró-impeachment.

O grupo decidiu pela convocação conjunta do ato Fora Bolsonaro, neste sábado (2). A expectativa é que a adesão dos atos se espalhe por governadores e prefeitos em defesa da Constituição, da vida e do meio ambiente e o combate à fome, inflação e desemprego.

Líder da Minoria na Câmara, Marcelo Freixo (PSB-RJ), avaliou que a unidade remete ao espírito do movimento Diretas Já. “Precisamos ir para as ruas, o governo Bolsonaro é uma ameaça à democracia. É nesse sentido que vários líderes políticos, de diversos partidos, estão convocando para o ato do dia 2. O Diretas Já foi o movimento que garantiu a nossa democracia e que agora a gente precisa lutar para manter”, disse.

Movimento nas redes sociais

Nesta sexta (1º), as redes sociais foram tomadas pela mobilização dos participantes das manifestações. No twitter, a hastag #2OutForaBolsonaro permaneceu dos destaques dos sites.

Com memes e política, parlamentares e ativistas convidaram os usuários da rede a participarem do movimento e divulgaram listas de cidades e horários onde devem acontecer os atos.